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- Cardioversor-desfibrilador implantável causa limitações ao paciente?

Entenda se o CDI impede a pessoa de fazer sexo ou usar alguns eletrodomésticos.

Dr. Bruno Valdigem, sócio e Membro Habilitado do DECA, fala sobre Cardioversor-desfibrilador implantável causa limitações ao paciente? para reportagem de Carolina Gonçalves, publicada no site Mha Vida no dia 15 de agosto de 2013.

Confira a matéria completa
http://www.minhavida.com.br/saude/materias/16720-cardioversordesfibrilador-implantavel-causa-limitacoes-ao-paciente

Site Minha Vida / Online - 15/08/2013

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- Coração descompassado é sinal de perigo

 

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- Jovem reencontra médicos que a salvaram da morte 20 anos depois.

Os cardiologistas utilizaram um procedimento que nunca tinha sido tentado em bebês na América Latina. O reencontro celebrou a vida.

Poder ver a vida correr, os anos passarem e dizer? muito obrigado? a quem nos ajuda. Foi o que uma jovem de São Paulo fez na quarta-feira (3). Ela reencontrou os médicos que a salvaram quando ela era um bebezinho. Os cardiologistas utilizaram um procedimento que nunca tinha sido tentado em bebês na América Latina. O reencontro celebrou a vida.

A família veio pagar uma dívida de gratidão. ? Tenho uma grande vontade de conhecer pessoas que fizeram e fazem parte da minha vida, porque graças a eles estou aqui hoje?, diz a estudante Flávia Camargo Macedo Tavares.

Os cardiologistas Tarcisio Vasconcelos e Silas Galvão Filho salvaram a vida de Flávia quando ela ainda era bebê. Ela tinha apenas 7 meses de vida. Seu coração batia quase três vezes mais do que o normal.

"Ela tinha taquicardia incessante que fazia com o que coração dela estivesse o tempo inteiro numa frequência entre 250 e 300 batimentos por minuto, em alguns momentos chegando a 320. Em uma criança na idade dela, em repouso, numa situação em que sem chorar, sem estresse, espera-se uma frequência cardíaca na faixa de 110 a 120 batimentos por minuto nessa faixa etária", conta o cardiologista Tarcisio Vasconcelos.

Flávia ficou internada na UTI. Os medicamentos não davam resultado e a cirurgia foi descartada, porque ela era muito pequena. Em frente ao corredor da UTI, os médicos deram a notícia aos pais de Flávia: para resolver o problema no coração da menina, teriam de fazer um procedimento novo na época, que ainda não tinha sido testado em bebês na América Latina. Foram usados cateteres, espécies de sondas, para chegar ao coração e queimar um pequeno conjunto de fibras que provocava a aceleração dos batimentos.

"Ela nasceu com um fiozinho a mais no coração, e ele funciona com eletricidade. É como imaginar uma casa onde as paredes são normais, as janelas e as portas são normais, mas tem um fiozinho em um dos quartos que gera uma pane elétrica na casa. Nós entramos dentro dessa casa, procuramos identificar em qual cômodo se encontra essa anomalia e fazemos uma cauterização", explica o cardiologista Tarcisio Vasconcelos.

"Tivemos que aguardar e confiar neles, nós não tínhamos outra alternativa. A única era a que já estava nas mãos do médico. Tivemos que aguardar, confiar neles, acreditar e aguardar. Foi o que aconteceu. E deu certo", diz Ronaldo Macedo Tavares, pai de Flávia.

Flávia cresceu sem nenhuma complicação. Em agradecimento, os pais mandaram fotos da filha para os médicos até a menina completar 6 anos de idade. "A gente nunca vai esquecê-los. Rezo todos os dias e peço a Deus para dar bastante saúde a eles para continuarem fazendo isso em outras crianças que precisam", afirma Maria do Carmo Macedo Tavares, mãe de Flávia.

"Vimos que mostrou os benefícios realmente e a evolução da cardiologia. Ver essa mocinha me deixou muito contente", diz o cardiologista Silas Galvão Filho."Não tenho heróis em desenhos. Tenho dois grandes heróis de verdade", diz Flávia.

O procedimento que salvou a Flávia foi usado depois em muitas outras crianças. Com a evolução da medicina, o tratamento ficou mais sofisticado. Antes eram usados sondas, aquele cano fininho, e choques elétricos. Atualmente, as sondas são mais flexíveis, mais fáceis de usar, e o choque elétrico foi substituído pela radiofrequência.

Confira o vídeo sobre a matéria.
http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/08/jovem-reencontra-medicos-que-salvaram-da-morte-20-anos-depois.html

Bom Dia Brasil / Online - 4/08/2011

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- Jogador de futsal tem mal súbito durante aquecimento e morre no RS.

O jogador de futsal Emerson Rodrigues Rocha, o Messinho, da Associação Desportivo Vale do Sol Futsal, sofreu um mal súbito no aquecimento antes da partida em Guaporé (RS), contra o AGE, e morreu no último sábado. O jogo era válido pela Série Prata do Campeonato Gaúcho. O atleta estava com 38 anos.

Link matéria completa.
http://esporte.uol.com.br/futsal/ultimas-noticias/2011/07/31/jogador-de-futsal-tem-mal-subito-durante-aquecimento-e-morre-no-rs.htm

Fonte: UOL Esporte

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- Dentista passa em concurso, mas não é admitida porque usa um marcapasso desfibrilador.

Dr. José Carlos Pachón, Diretor de Registros do DECA, explica à reportagem do Fantástico, no dia 26 de junho, que portadores de marcapasso têm plenas condições de trabalhar e desenvolver qualquer atividade profissional, desde que sejam bem tratadas e bem acompanhadas pelo médico. Veja a matéria completa abaixo:

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- Portador de marcapasso é baleado ao tentar entrar em agência bancária em São Paulo

O Presidente do Departamento de Estimulação Cardíaca Artificial (DECA) da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV), Dr. Vicente Avila Neto, em entrevista ao Fantástico, no dia 16 de maio, prestou esclarecimentos sobre a interferência que o campo magnético existente em detectores de metais, como a porta giratória de bancos, exerce sobre os portadores de marcapasso. Assista a reportagem completa.

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- Livro do autor Dr. Celso Salgado de Melo

O livro será lançado no congresso brasileiro de arritmia em novembro (Campinas/SP), em seu quarto livro, conta com uma fonte de pesquisa e consultas aos termos utilizados em estimulação cardiaca, eletrofisiologia, arritmias, antiarrritmicos etc.

 

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- Marca-passo sem bateria é testado na Grã-Bretanha

O governo britânico e companhias privadas começaram a testar um marca-passo que funciona sem baterias.

Se aprovado, o aparelho evitaria a necessidade da cirurgia de manutenção a que pessoas com problemas cardíacos hoje têm de se submeter.

As intervenções cirúrgicas são caras e, por requerer anestesia geral, também arriscadas.

O novo marca-passo utilizaria um microgerador para produzir eletricidade cada vez que o paciente se mover.

David Hatherall, de uma das companhias parceiras do Departamento de Indústria e Comércio no projeto de 1 milhão de libras (cerca de R$ 4 milhões), descreveu a tecnologia como "pioneira".

"A possibilidade de implantar e 'esquecer' aparelhos, do ponto de vista do suprimento de energia, terá benefícios significantes ao quadro clínico e à qualidade de vida (dos pacientes)", ele afirmou.

Alternativas

Outras equipes de pesquisa estão trabalhando para encontrar alternativas aos marca-passos tradicionais, como microgeradores de energia a partir do calor do corpo.

Outra linha de pesquisa são os chamados "marca-passos biológicos", que corrigiriam os problemas cardíacos sem a necessidade de um equipamento mecânico.

Um porta-voz da Fundação Britânica do Coração, disse que as pesquisas trabalham com um conceito de "inovação útil".

O ministro britânico da Ciência, Malcolm Wicks, sugeriu que o aparelho pode ser vendido a outras partes do mundo, gerando ganhos para a Grã-Bretanha em operações de transferência de tecnologia.

Fonte: BBC BRASIL.com - 24 de dezembro, 2006 - 14h11 GMT (12h11 Brasília)

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- Dick Cheney troca bateria do marca-passo

O vice-presidente americano, Dick Cheney, sofreu uma cirurgia para a reposição da bateria de seu marca-passo, neste sábado.

Médicos descobriram no mês passado durante exames de rotina que a bateria do equipamento estava desgastada.

O marca-passo monitora e mantêm o batimento cardíaco de Cheney.

A operação, ocorrida no hospital George Washington University Hospital, na capital americana, foi considerada bem-sucedida e Cheney já recebeu alta.

Aos 66 anos de idade, o vice-presidente americano já sofreu quatro ataques cardíacos e várias operações para desbloquear artérias. Ele usa o marca-passo desde 2001.

Ele também sofreu cirurgias para acabar com coágulos de sangue nos joelhos e, em março, começou a tomar medicamentos para tornar o sangue menos espesso e tratar outro coágulo em sua perna esquerda.

Fonte: BBC BRASIL.com - 28 de julho, 2007 - 23h39 GMT (20h39 Brasília)

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- Imãs são risco para quem usa marca-passo, diz estudo

Inocentes imãs de geladeira podem ter conseqüências fatais para usuários de marca-passo, de acordo com um estudo suíço publicado na última edição da revista especializada Heart Rhythm.

Pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, afirmam que potentes objetos magnéticos usados em muitos outros produtos comerciais, como discos rígidos de computadores, fones de ouvido, auto-falantes e até bijuterias e brinquedos, podem interferir no funcionamento de marca-passos e, em última instância, levar à morte.

Para isso, bastaria, segundo o estudo, uma proximidade de cerca de 3 centímetros dos imãs de neodímio ferro boro (NDFB), de aparência prateada e brilhante, e alta potência magnética.

Esses tipos de imãs foram criados recentemente e vêm ganhando cada vez mais espaço por seu alto magnetismo.

Em comparação, os imãs comuns, de ferro comum ou ferrite, que têm uma cor acinzentada e fosca, são muito mais fracos e não apresentam riscos aos usuários de marca-passos.

Estudo

Os cientistas testaram o efeito de imãs NDFB em 70 cardíacos, 41 deles usuários de marca-passos e 29 com cardioversores-desfibriladores implantáveis.

A partir de uma distância de 3 centímetros, os objetos magnéticos de apenas 8 gramas interferiram no funcionamento de todos os aparelhos, independentemente de marca ou modelo.

Os pesquisadores afirmam ainda que imãs maiores possivelmente causariam interferências de distâncias mais longas.

Os equipamentos voltaram a funcionar normalmente depois que os imãs foram afastados, mas os cientistas alertam para o risco de danos permanentes se eles forem expostos ao magnetismo por longa duração, como por exemplo, no uso de crachás magnéticos.

Os responsáveis pela pesquisa recomendam que as embalagens de equipamentos para cardíacos alertem para os riscos potenciais da exposição a imãs.

Fonte: BBC BRASIL.com - 01 de dezembro, 2006 - 13h16 GMT (11h16 Brasília)

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- Aos 93 anos, médico luso diz somar um milhão de pacientes

Lisboa, 2 dez (Lusa) - Um português chegar aos 93 anos é um caso cada vez menos raro, mas soprar essa quantidade de velas enquanto ainda se trabalha é uma exceção. Armindo Ribeiro é o médico mais idoso em atividade do país e promete não parar.

"Não há propriamente um segredo. A realidade é nunca ter parado. A inatividade em si é negativa, foi o que sempre pensei", disse o médico, que começou a exercer a profissão em 1940.

Na sua história profissional, conta mais de um milhão de pessoas que observou e tratou ao longo de 68 anos de carreira.

A medicina tornou-se um objetivo ainda na infância, quando acompanhou a doença grave da mãe.

Todos os dias esperava pelo médico e às vezes tinha apenas como resposta uma "festa na cabeça", mas houve um momento em que recebeu os "parabéns" pela melhoria do estado de saúde da sua mãe.

"A partir daí, eu disse que queria ser como este homem que deu a vida à minha mãezinha", assumiu.

Carreira

A ajuda aos outros também orientou o seu percurso, como prova a entrada na associação São Vicente de Paulo e uma caricatura no livro de final de curso, onde aparece com a frase "função social da medicina". Outro lema foi a recusa em fazer uma especialidade.

"Acredito na idéia de que o doente é um todo, então o que sou eu? Um distribuidor?", questionou o clínico, referindo-se ao habitual encaminhamento, por exemplo, para um cardiologista quando há queixas sobre o coração.

Armindo Ribeiro acabou por inaugurar a especialidade de medicina do trabalho em Portugal, depois de estágios na Inglaterra e Suécia.

A partir daí, os convites foram se sucedendo. Atualmente, continua a atender funcionários de várias empresas. Nem uma recente operação para colocar um marcapasso o fez diminuir o ritmo.

Como paciente, os dedos de uma mão sobram para contar as vezes que teve de recorrer a colegas e quase sempre no último momento. A lista se restringe a uma intervenção na vesícula, uma hérnia, possíveis problemas de estômago, que se manifestaram por vômitos com sangue, e a recente operação ao coração.

Uma outra visita a um médico serviu apenas para lhe pedir que não levantasse problemas quando assinasse a sua futura certidão de óbito, mas acabou por receber como resposta: "se calhar é você que terá que passar a minha".

Ritmo

Ser útil e ter contato com pessoas é o que faz este médico continuar a exercer e a receber abraços diários de quem foi assistindo. Armindo Ribeiro não se arrepende do que fez, mas talvez alterasse o ritmo excessivo com que viveu a medicina.

Ainda em choque por uma das suas filhas ter desistido do curso de medicina, acabou por saber que a jovem não queria ser como o pai, "quase sem tempo para comer".

Espectador e participante privilegiado da evolução da medicina, Armindo Ribeiro lamenta que a população não tenha aproveitado devidamente os progressos preventivos. "Morre muita gente por deficiências de tratamento nos países mais atrasados", observou.

Entre o que mais lhe desagrada estão as listas de espera e a criação dos chamados cuidados paliativos.

"Quando me dizem que fulano está lá, eu digo 'coitado, é o mesmo que morrer'. Quase que é pôr o rótulo de pré-morte, mas esse é o rótulo com que todos nascemos, não é preciso fazer propaganda", disse.

Fonte: Por Paula Lagarto (texto) e Mário Cruz (foto), da Agência Lusa

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- Batida do coração pode gerar energia para futuros marca-passos

LONDRES (Reuters) - Os marca-passos e os desfibriladores do futuro podem gerar energia adicional de uma fonte surpreendente: o próprio coração.

Usando um microgerador acionado pelos batimentos cardíacos, uma equipe britânica anunciou nesta segunda-feira que sua experiência produziu cerca de 17 por cento da energia necessária para acionar um marca-passo artificial.

Isso significa que a próxima era dos marca-passos pode incorporar essa tecnologia e resultar em dispositivos mais duradouros, com mais funções adicionais que ajudem a administrar o coração, eles afirmaram.

"Trata-se de um estudo de teste de conceito, e nós fornecemos o conceito", anunciou em comunicado Paul Roberts, do Southampton University Hospital, no Reino Unido.

"Colher a energia excedente poderia representar uma grande transição para os marca-passos e desfibriladores implantáveis porque os engenheiros teriam mais energia com a qual trabalhar", afirmou.

Um marca-passos envia impulsos elétricos ao coração para acelerar ou desacelerar o ritmo cardíaco, enquanto um desfibrilador cardioversor implantável sinaliza ao coração que normalize seu ritmo caso este esteja acelerado ou desacelerado demais.

Os aparelhos salvam vidas e estão incorporando tecnologia e se tornando mais sofisticados à medida que a ciência evolui. Mas agora eles se tornaram tão pequenos que a única maneira de precisar energia adicional, que permitiria executar mais funções, seria aumentar o tamanho da bateria.

O problema é que isso também tornaria maiores os aparelhos implantados sob a pele, o que os tornaria desconfortáveis e menos atraentes do ponto de vista da aparência, disseram os pesquisadores.

"Os aparelhos pequenos que temos agora são muito bons, mas o consumo de energia precisa crescer se queremos conduzi-los a um novo patamar", disse Roberts.

Os pesquisadores, que apresentaram suas conclusões na reunião da American Heart Association, em Nova Orleans, testaram um gerador que ajuda o coração a produzir energia mais que suficiente para bombear sangue a cada batida.

Fonte: Por Michael Kahn

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- Morre, aos 62 anos, o rabequeiro Mestre Salu

Morreu por volta das 7h30 deste domingo, em Recife (PE), Manoel Salustiano Soares, 62, o Mestre Salu, um dos maiores rabequeiros do país. O músico, que estava internado havia uma semana no Procape (Pronto Socorro Cardiológico de Pernambuco), foi vítima de arritmia cardíaca provocada pela doença de Chagas.

Mestre Salu tinha a doença de Chagas (causada por um protozoário e transmitida pelo barbeiro) havia cerca de 20 anos. Há trinta dias, o músico colocou seu terceiro marcapasso, por conta do esgotamento da bateria do anterior.

O cardiologista Afonso Albuquerque, que atendia Salustiano, disse que o músico chegou a se recuperar de outros episódios de arritmia cardíaca durante a semana, mas não conseguiu resistir ao último.

O velório ocorreu na Casa da Rabeca, em Olinda (PE), um espaço criado por Mestre Salu há cinco anos para dar "mais oportunidade a artistas populares", segundo Edielson de Souza, sobrinho do rabequeiro e que faz parte da administração da Casa.

Souza contou que a rabeca fazia parte da vida de Mestre Salu desde a infância. "Ele tocava desde os sete anos com o pai, João Salustiano", afirmou.

O sobrinho disse que a fama de Mestre Salu ser o precursor manguebeat vem do fato de que muitos artistas do movimento musical procuraram o rabequeiro "para fazer maracatu juntos". "Era como se ele desse aulas a Chico Science, Siba e Antônio Nóbrega", afirmou.

Mestre Salu nasceu em Aliança (94 km de Recife), onde fundou a associação dos maracatus da cidade. Durante sua carreira, gravou quatro discos. Ele deixa mulher e 15 filhos.

O enterro está marcado para as 14h de segunda-feira (1), no cemitério Morada da Paz, em Paulista (PE).

Fonte: CÍNTIA ACAYABA da Agência Folha

 

 
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